domingo, 31 de janeiro de 2010
são coisas da vida...
que flutuam na cabeça como que à busca de um sentido e de um rumo a seguir...
há coisas que não fazem sentido e no entanto nos impelem a seguir para a frente
e outras que fazem... mas custa tantooo dar o primeiro passo...
há dias... e tardes... e noites...
em que dizes "eu sou eu" com a mesma certeza que tens de que na vida nada é certo...
só a morte...
há coisas que provocam curto-circuitos e no entanto não são os fios descarnados que há tanto tempo precisam de ser mudados...
e outras que fazem apitar o nosso radar anti-merda tão alto, mas tão alto que não conseguimos sequer pensar no porquê...
há dias ... e tardes... e noites ...
que a cada passo que dás ficas mais longe da meta (?!?)
há coisas que não se percebem e no entanto existem...
e outras que não se quer perceber... só porque ... não m'apeteceeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee"..."
domingo, 29 de novembro de 2009
Onde estás? Quem és? O que queres? Onde queres ir?
Devemos lutar para nos tornarmos livres, se quisermos lutar para nos conhecer-mos. Conhecer-se e desenvolver-se é uma tarefa de tal importância e seriedade, exigindo tal intensidade de esforço, que tentá-la da maneira habitual, entre outras coisas, é impossível. O homem que empreende essa tarefa deve dar-lhe o primeiro lugar na sua vida, que não é tão longa que ele se possa permitir desperdiçá-la com futilidades.
(…)
Saia à noite, sob um vasto céu estrelado, e levante os olhos para esses milhões de mundos acima da sua cabeça. Em cada um deles provavelmente formigam biliões de seres semelhantes a si, talvez de constituição superior. Olhe para a Via Láctea. A Terra não pode sequer ser chamada de grão de areia nessa infinidade. Ela dissolve-se, desaparece e, com ela, você também. Onde está? Quem é? Que quer? Onde quer ir? Não será o que empreende pura loucura?
Diante de todos esses mundos, interrogue-se sobre os seus objectivos e as suas esperanças, as suas intenções e os seus meios de as realizar, sobre o que pode ser exigido de si, e pergunte-se mesmo até que ponto está preparado para responder a essas perguntas.
Espera-o uma viagem longa e difícil; dirige-se a um lugar estranho e desconhecido. O caminho é infinitamente longo. Não sabe se poderá descansar nem onde isso será possível. Deve prever o pior. Leve consigo tudo o que for necessário para a viagem.
Trate de não se esquecer de nada, porque depois será muito tarde para reparar o erro: não terá tempo de voltar para ir buscar o que tiver esquecido. Avalie as suas forças. São suficientes para toda a viagem? Quando é que poderá partir?
Lembre-se de que quanto mais tempo passar no caminho, mais provisões precisará de carregar, o que retardará proporcionalmente a sua marcha e alongará até a duração dos preparativos. E cada minuto é precioso. Uma vez que decidiu partir, porquê perder tempo?
Não conte com a possibilidade de voltar. Essa experiência poderia custar-lhe muito caro. O guia só se comprometeu a conduzi-lo; não é obrigado a reconduzi-lo. Você será abandonado a si mesmo e ai de si se fraquejar ou perder o caminho; jamais poderá voltar. E, mesmo que o reencontre, fica a pergunta: voltará são e salvo?
Desventuras de toda a espécie espreitam o viajante solitário que não conhece bem o caminho, nem as regras de conduta que ele impõe. Convença-se de que a sua vista tem a propriedade de lhe apresentar os objectos distantes como se estivessem próximos. Iludido quanto à proximidade da meta para a qual se encaminha, cego pela sua beleza e ignorando a medida das suas próprias forças, não se dará conta dos obstáculos que estão no caminho; não verá as múltiplas valetas que atravessam a senda. Numa pradaria verde, juncada de flores deslumbrantes, o mato espesso oculta um profundo precipício. É muito fácil tropeçar e cair nele, se os seus olhos não estão fixos em cada passo que está dando.
Não se esqueça de concentrar toda a atenção no que o cerca de perto. Não se ocupe com metas distantes, se não quiser cair no precipício.
Entretanto, não se esqueça do seu objectivo. Lembre-se dela sem cessar e mantenha vivo o seu ardor por atingi-la, para não perder a direcção certa. E, tendo partido, esteja atento; o que você atravessou ficou para trás e não tornará a apresentar-se: o que não observou num determinado momento, não o observará nunca mais.
Não seja curioso demais e não perca tempo com o que atrai a sua atenção, não vale a pena. O tempo é precioso e não deve ser desperdiçado com coisas sem relação directa com o seu objectivo.
Lembre-se de onde está e por que está ali.
Não se poupe e lembre-se de que jamais qualquer esforço é feito em vão.
E agora pode iniciar a caminhada."
G.I.Gurdjieff
P.S.: este post foi um pequeno (grande) furto ao blog do Ricardo Antunes, que escreveu um dos livros que faço questão de manter "naquela" prateleira especial...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
christmas ...
- Do you feel like your heart beats really fast?
- Hm mhm.
- And sometimes you hear bell rings?
- Yup.
- Hmmm i see. Well kiddo, what you have is contagious...
- Am I going to die?
- Nop, it's just christmas time..
(suspiro...)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
A verdadeira arte de viajar...
"A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!"
Mário Quintana
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Piquenas coisas...
entre abraços e miudas trepadeiras...
as saudades eram piquenas
piquenas em tamanho mas não em sentimento xP
apertar aquela risada toda, as correrias e empurrões malandros...
nostalgia...
mais apertos... mais trepa trepas
conversas entusiastas sobre pequenez e grandeza de espírito
projectos e sonhos...
Na despedida...
ficam as promessas e a esperança ..
não do regresso, porque esse é certo
mas de algo mais ...
domingo, 5 de julho de 2009
Crash into me...
Alturas em que: oh... se acontecer acontece
Dias em que o procuramos em cada esquina
Outros em que o encontramos e nem damos por isso
Tempos em que ... um pouco mais perto e mordia-nos
E momentos em que chocamos - poc puf bum - contra aquilo que procurámos...
Hoje... qual é o dia?!?
sábado, 4 de julho de 2009
Open your arms and embrace São Tomé in 19 days... again
Não sei o que me leva a voltar a escrever, se não uma vontade imensa de fazer o tempo passar mais depressa, de materializar pensamentos e esperar que se tornem reais.
Se há dias em que tudo parece longe, ausente, à parte, há outros em que tudo está finalmente tão perto.. tão acontecivel, tão real, tão... aqui...- a possibilidade.
Borboletas na barriga, momentos de aluanço puro, coração aos pulos como se estivesse a lutar para se soltar puf... - saudades.
Muitas, doces, de ver aqueles olhos nos meus a perguntarem coisas que nos fazem rir para dentro - gargalhar...
Alto, com vontade de os(as) abraçar com força e partilhar o coração - momentos.
Únicos, especiais, que só de recordar me fazem "muito mais que o sol" ...
"Diana, eu não sei o que é o amor... Posso ir perguntar à minha mãe?"
(suspiro)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
little, sweet, warm and cosy feeling...
"did i say it out loud?"









